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Que segredos escondem as dunas fósseis na costa portuguesa?

Área científica: Ciências do Mar; Clima; Dinâmicas Costeiras

 

Resumo: O litoral português é hoje afetado por sérios problemas de recuo de linha de costa. A zona costeira apresenta-se em défice sedimentar e por tal, as dunas costeiras fixadas pela vegetação estão relativamente emagrecidas. Mas nem sempre foi assim. O elevado número de dunas fósseis que povoam a costa de Portugal e que sugerem uma paisagem dominada por dunas móveis de maiores dimensões e com reduzida cobertura vegetal, contam-nos outra história. O contraste entre a paisagem do passado e a do presente levanta uma serie de questões relacionadas com a natureza, idade e condicionantes ambientais que permitiram estas dunas no passado. Para perceber a história das dunas no passado, explorámos distintos episódios de movimentação de dunas fósseis na Costa da Caparica. Os resultados permitiram identificar cinco episódios de movimentação dunar, ocorridos nos últimos 20.000 anos, promovidos por eventos climáticos que afetaram o Atlântico Norte e que na costa de Portugal se traduziram em ventos muito fortes e frequentes. Estes ventos são raros na atualidade.

Autores: Susana Costas e  Rita Carrasco

Revisão feita por: Leandro Viegas, Maximilian Kaiser, Rúben Gonçalves, Catalina Botnaru, Sofia Ramalho, Janine Ferro e Rodrigo Fernandes, com a coordenação da Professora Ana Margarida Silva na Escola Secundária Pinheiro e Rosa, Faro.

Polioxometalatos: Antibacterianos do Futuro?

Área científica: Bioquímica e Microbiologia (Antibacterianos)

 

Resumo: Os polioxometalatos (POMs) são aglomerados de oxometalatos (metais ligados a oxigénio) que têm sido apontados como possíveis fármacos do futuro contra a resistência bacteriana. Neste artigo, estudou-se o efeito de inibição de quatro POMs (V10, MnV11, MnV13 e Nb10) e um oxovanadato (V1) no crescimento da bactéria E. coli e correlacionaram-se estes resultados com a capacidade de inibição para a Ca2+-ATPase.

Autores: João Martins, Ana Serrano, Gil Fraqueza, Custódia Fonseca, Manuel Aureliano

Revisão feita por: Bárbara Saraiva, Beatriz Modesto, Eduardo Palmeira, Guilherme Brito, Isabel Vieira, Joana Monteiro; João Oliveira e Márcio Thomas, com a coordenação da Professora Sónia Figueiredo na Escola Secundária José Belchior Viegas, São Brás de Alportel.

Método computacional de avaliação do risco sísmico de escolas

Área científica: Informática; Machine Learning; Engenharia civil

 

Resumo: A avaliação sísmica de um conjunto elevado de escolas é uma tarefa muito complexa. Para facilitar esse trabalho, foi desenvolvido um novo programa informático no contexto do projeto de investigação PERSISTAH. O programa é constituído por um conjunto de módulos independentes (objetos computacionais), mas totalmente interligáveis entre si, como num brinquedo da “LEGO®”. Assim, é possível criar facilmente outros programas, bastando para isso ligar de outra maneira os objetos computacionais já criados. Os diversos módulos estão diretamente associados ao conceito de risco sísmico e o resultado do programa é uma lista ordenada de escolas em função do respetivo nível de segurança sísmica, que pode depois ser exportada automaticamente para o Google Earth®.

Autor: João M. C. Estêvão

Revisão feita por: Catarina Catalão e Luís Sousa, com a coordenação da Professora Filomena Conceição na Escola Secundária Tomás Cabreira, Faro.

Como identificar a qualidade interna de frutos apenas com a luz

Área científica: Física

 

Resumo: A qualidade interna de frutos é normalmente determinada por métodos destrutivos nas cooperativas agrícolas e usada para classificar os lotes de fruta e determinar o seu preço de mercado. Neste trabalho, mostramos como se podem determinar alguns dos atributos de qualidade interna de frutos através da utilização de luz e consequente modelação computacional dos dados. Usando como fruto a pera ‘Rocha’ e aplicando técnicas de espectroscopia visível e de infravermelho próximo (VIS-NIR) e métodos de análise de dados (análise multivariada), conseguimos prever parâmetros relacionados com a doçura do fruto sem o destruir. Este método pode ser implementado em cooperativas agrícolas para medição da qualidade interna de frutos de casca fina, aumentando a eficiência e rapidez do processo e diminuindo os desperdícios.

Autores: Dário Passos, Daniela Rodrigues, Ana M. Cavaco, Mária D. Antunes e Rui Guerra

Revisão feita por: Gonçalo Matos, João Ramada, Pedro Cunha, Ana Romero, Joana Monteiro, Rita Silva, Ana Afonso, Bernardo Domingos e Manuel Neto, com a coordenação das Professoras Helena Bartolomeu e Ana Cristina Matias na Escola Secundária Doutor Jorge Augusto Correia, Tavira.

Otimização de rações para juvenis de tilápia de modo a aumentar a sustentabilidade do setor aquícola

Área científica: Aquacultura, Nutrição

 

Resumo: A aquacultura é o setor de produção animal em maior crescimento e o cultivo de tilápias representa 8% da produção global de pescado. No entanto, o desenvolvimento sustentável desta indústria depende da otimização de rações, nomeadamente através da redução da quantidade de proteína incluída, tendo em vista a diminuição do impacto ambiental do setor. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar a possibilidade de redução dos níveis de proteína incluídos nas rações para tilápias. Foi realizado um ensaio de crescimento utilizando cinco rações com diferentes quantidades de proteína: 36, 34, 32, 30 e 28%. Todos os grupos de peixes cresceram de forma semelhante, mas os peixes alimentados com a ração com 30% de proteína apresentaram melhores índices de eficiência alimentar e menores perdas de azoto e fósforo para o ambiente. Assim sendo, foi demonstrado que é possível reduzir a quantidade de proteína das rações para 30%, sem comprometer o crescimento e a eficiência alimentar de juvenis de tilápia, assim como reduzir a perda de nutrientes para o ambiente.

Autores: Rita Teodósio, Sofia Engrola, Rita Colen e Cláudia Aragão

Revisão feita por: Catarina Catalão e Luís Sousa, com a orientação da Professora Filomena Conceição na Escola Secundária Tomás Cabreira, Faro. 

A relação entre a doença renal crónica e complicações cardiovasculares – será a proteína GRP a solução?

Área científica: Ciências Biomédicas, Biologia Celular, Bioquímica, Proteómica

 

Resumo: Os doentes com doença renal crónica são o grupo populacional mais atingido pela doença cardiovascular, sendo esta a sua principal causa de morte. Apesar de ser reconhecido o papel da calcificação vascular como um dos fatores determinantes das complicações cardiovasculares nestes doentes, muitas questões relacionadas com o conhecimento dos mecanismos da doença e com a melhor forma de intervenção na prevenção e tratamento, continuam por esclarecer. Neste estudo foi possível confirmar que a composição sanguínea dos doentes renais crónicos tem uma grande influencia na calcificação ao nível vascular. Os resultados demonstraram que a proteína “Gla Rich Protein” (GRP) tem um papel fundamental para impedir esta calcificação, estando presente no nosso sistema cardiovascular (coração e vasos sanguíneos) e funcionando como um elo de comunicação entre o sangue e os tecidos vasculares.

Autores: Carla Viegas, Catarina Marreiros e Dina Simes

Revisão feita por: João Palma, Laura Oliveira e Maria Papa, com a orientação do Professor Hugo Oliveira no Colégio Internacional de Vilamoura.

Das árvores do Algarve para os pulmões do mundo

Área científica: Tecnologia farmacêutica, Biomedicina

 

Resumo: A tuberculose é uma doença que afeta milhões de pessoas e o número crescente de casos de resistência aos antibióticos utilizados no seu tratamento tem motivado a procura de novas soluções. O nosso grupo de investigação faz parte do grupo alargado de cientistas que têm vindo a trabalhar nestas soluções. Neste âmbito, foi desenvolvida uma terapia inalatória (tratamento relacionado com a inalação de medicamentos) direcionada especificamente para o local da infeção, o pulmão, a qual consiste na utilização de micropartículas à base de goma de alfarroba que transportam os antibióticos. Estas foram produzidas e caracterizadas (morfologia e tamanho), tendo-se observado que têm as propriedades adequadas para alcançarem os alvéolos, local da infeção. Além disso, verificou-se que a exposição de macrófagos (células específicas do sistema imunitário), que são hospedeiros da bactéria causadora da doença, às micropartículas de goma de alfarroba, durante duas horas, culmina com a sua internalização (entrada para o interior da célula), as quais se localizarão assim no mesmo local que as bactérias.

Autores: Filipa Guerreiro, Noelia Flórez Fernández e Ana Grenha

Revisão feita por: Estudantes da Escola Secundária de Loulé - Participantes do 10ºE — Alexandru Pîrlog, Amália Diana Cuc, Ariana Gomes, Beatriz Baptista, Carolina Felício, Carolina Morgado, Carolina Carrusca, Cristina Moroz, Daniel Reis, Daniela Farrajota, Dinis Antypenko, Diogo Oliveira, Francisco Guerreiro, Inês Santos, Íris Sousa, Íris Fonseca, Iúri Borisov, Jenny Jensen, Leonor Afonso, Lia Teixeira, Lucas Custódio, Lucas Farias, Manuel Borges, Matilde Guerreiro, Raquel Saraiva, Rui Henriques e Valeria Shevchuk, sob a orientação da Professora Carla Rêgo.

 

Participantes do 10ºK — Ana Mendonça, Camila Rodrigues, Diana Venâncio, Iara Botequilha, Inês Guerreiro, Inês Madeira, Júlia Ceia, Júlia Estevam, Lara Pinto, Luana Vidal, Marco Sequeira, Marta Crato, Miguel Alves, Miguel Henriques, Rodrigo Correia e Tatiana Reis, com a coordenação da Professora Renata Afonso.

Os poderes secretos das células estaminais para limitar as malformações do coração

Área científica: Biologia celular; Desenvolvimento embrionário; Biomedicina

 

Resumo: Este estudo mostra que nas células estaminais embrionárias, as proteínas WNT5A e WNT11 recuperam os defeitos da diferenciação cardíaca causados pela deficiência na expressão da proteína CITED2. Evidencia pela primeira vez que, tal como acontece em ratinhos, a expressão diminuída deste gene nos embriões de peixe-zebra provoca malformações cardiovasculares comprovando a necessidade da proteína CITED2 para o seu desenvolvimento e a sua sobrevivência. No entanto, o suplemento de WNT5A e WNT11 no início do desenvolvimento limita os defeitos cardíacos devidos à falta de CITED2 reduzindo, assim, a mortalidade dos embriões do peixe-zebra. Estes resultados indicam também que a função de CITED2 é conservada nos vertebrados, do peixe ao Homem, e sugerem que possam ser desenvolvidas futuras abordagens clínicas simples, que permitam prevenir ou limitar algumas malformações cardíacas em crianças.

Autores: José Bragança e Leonardo Mendes-Silva

Revisão feita por: Alunos do 11º ano do curso de Ciências e Tecnologias, coordenados pelo Professor Rui Carlos da Rosa Chaves na Escola Secundária José Belchior Viegas, São Brás de Alportel.

 
EDITOR

José Bragança

Professor Auxiliar na Universidade do Algarve, Investigador e membro da Direção do Centro em Investigação BioMédica (CBMR, Centre for BioMedical Research), membro da Comissão Executiva do Centro Académico do Algarve (ABC, Algarve Biomedical Centre), e Diretor do Mestrado em Ciências Biomédicas - Mecanismos de Doenças da Universidade do Algarve.

EDITORES ASSOCIADOS

Álvaro Tavares

Professor Auxiliar na Universidade do Algarve, Investigador  do Centro em Investigação BioMédica (CBMR, Centre for BioMedical Research), e Diretor do Mestrado em Oncobiologia e Mecanismos Moleculares do Cancro da Universidade do Algarve.

Clévio Nóbrega

rofessor Auxiliar na Universidade do Algarve, Diretor do Centro em Investigação BioMédica (CBMR, Centre for BioMedical Research), e membro da Direção da Licenciatura em Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve.

COMISSÃO EDITORIAL

Saúl Neves de Jesus

Vice-Reitor da Universidade do Algarve


Maria Alexandra Anica Teodósio

Vice-Reitora da Universidade do Algarve
 

Manuel Célio de Jesus da Conceição

Professor Associado da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve


Salomé D’horta

Coordenadora Técnica da Biblioteca da Universidade do Algarve


André Botelheiro

Coordenador do Gabinete de Comunicação e Protocolo da Universidade do Algarve


Cristina Veiga Pires

Diretora executiva do Centro Ciência Viva do Algarve


Laura Alves

Assessora de Imprensa da Universidade do Algarve

ILUSTRAÇÃO E DESIGN EDITORIAL

Sarita Camacho

Gabinete de Comunicação e Protocolo da Universidade do Algarve

https://www.youtube.com/watch?v=8oA7udtQ9JU

https://www.behance.net/SaritaCamacho

INFORMAÇÃO SOBRE O UALGORITMO

ISSN: 2184-6170


Depósito legal: 462212/19


Para citar esta publicação: nome do(s) autor(es) (2019). Título do artigo. Ualgoritmo 1: pp. intervalo de páginas.


Acessível online em:

 

https://ualgoritmo.wixsite.com/website

 

http://hdl.handle.net/10400.1/12772

https://view.joomag.com/ualgoritmo-2-julho-2020/0881700001595970832

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