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Papel da Gla Rich Protein (GRP) na saúde cardiovascular de doentes renais diabéticos - Respostas de um estudo clínico

Área científica: Doença Cardiovascular

 

Resumo: A doença cardiovascular (DCV) é a principal causa de morte nos doentes renais e representa um enorme desafio clínico, devido à sua complexidade e ao facto dos fatores de risco tradicionais utilizados no diagnóstico (e.g. hipertensão, obesidade, idade) não explicarem de forma completa o risco cardiovascular nestes doentes. Por outro lado, a calcificação vascular (CV) é considerada como um fator de risco não tradicional, determinante na DCV. A Gla-Rich Protein (GRP) é uma proteína que circula no sangue e atua como inibidor da CV, tendo um enorme potencial como biomarcador da CV e do risco cardiovascular. Este estudo clínico, envolvendo uma população de doentes renais crónicos (DRC) com diabetes, permitiu determinar uma associação entre baixos níveis de GRP na circulação sanguínea e o aumento da CV, assim como com a perda da função renal. Estes dados apontam a GRP como um potencial biomarcador para o risco cardiovascular nestes doentes.

Autores: Catarina Marreiros, Carla Viegas, Joana Carreira e Dina Simes

Revisão feita por: Turmas de 12º ano A e B, Professoras Magda Dias (12º A) e Gracinda Bento (12º B) na Secundária Pinheiro e Rosa, Faro.

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Discurso de ódio nos jogos e comunidades de jogo online: um estudo exploratório

Área científica: Ciências Humanas e Sociais/Discurso de ódio online/videojogos

Resumo: Este artigo analisa a proliferação do discurso de ódio nos videojogos e comunidades online entre jovens jogadores. A imersão do jogador na arena simbólica do jogo, onde tudo se torna possível, levanta questões sobre a relação entre os videojogos no mundo virtual e o comportamento do jogador no mundo físico. Mostra-se que o anonimato e a criação de comunidades e grupos de jogos podem levar à exclusão e ataques a minorias. A comunicação por chat pode facilitar a partilha de interesses e técnicas de jogo, bem como insultos em momentos de tensão entre os jogadores, levando a uma reflexão fundamental sobre o papel das plataformas de jogo no controle do conteúdo partilhado. Considerando as possibilidades ilimitadas dos videojogos, este artigo também reflete sobre a literacia mediática e o potencial dos jogos enquanto ferramentas de aprendizagem.

Autores: Raquel Costa, Mirian Nogueira, Bruno Mendes da Silva, Paulo Falcão Alves, Filipa Cerol, Beatriz Isca

Revisão feita por: Turma dos Cursos Profissionais de Gestão turma dos Cursos Profissionais de Gestão dos Equipamentos Informáticos (PGEI) e de Eletrónica, Automação e Computadores (PEAC) do 2º ano (2020/2023), com a coordenação da Professora Filomena Conceição na Escola Secundária Tomás Cabreira, Faro.

A valência emocional modula o reconhecimento da palavra? Um estudo comportamental manipulando a frequência

Área científica: Psicologia, Neurociências Cognitivas

 

Resumo: O Vários estudos observaram que o reconhecimento de palavras com valência emocional apresenta vantagem em comparação com palavras neutras. No entanto, ainda não é clara a vantagem de processamento das diferentes categorias de valência nem como esta vantagem pode ser modulada pela frequência da palavra. Para clarificar esta questão, 60 adultos realizaram uma tarefa de decisão lexical usando palavras de alta e de baixa frequência pertencentes a três categorias de valência emocional (60 positivas, 60 negativas, 60 neutras). Os resultados mostraram que as palavras positivas foram reconhecidas mais rapidamente e as negativas mais lentamente em comparação com as neutras. Além disso, o efeito da valência foi modulado pela frequência, afetando somente as palavras de baixa frequência.

Autor: Catarina Paulino, Milene Guerreiro, Luís Faísca, Alexandra Reis

Revisão feita por: Amber Watt-Dalston, Ana Catarina Braga, Inês Romaneiro, Diana Ribeiro, Erica Carvalho, Maria Norris, Lara Neves, Beatriz Silva, Fabiana Neves, Margarida Mourão, Lúcia Guerreiro, Vitalina Rubitel, Eva Lança, Iara Coelho, Matilde Dinis e Íris Rodrigues, com a coordenação da Professora  Professora Maria Irene Ferreira na Escola Secundária de Silves.

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Identificação e caracterização dos dois primeiros doentes com mutações bialélicas no gene BUB1

Área científica: Biologia celular, biomedicina

Resumo: BUB1 (do inglês Budding uninhibited by benzimidazoles 1) é uma enzima que participa em diversos processos da mitose e que pode levar a erros na segregação dos cromossomas. No artigo Carvalhal et al. 2022, publicado na revista SienceAdvances, descrevemos os dois primeiros pacientes identificados com mutações bialélicas no gene BUB1. Ambos os pacientes apresentam características clínicas comuns como microcefalia, atraso no desenvolvimento e problemas na mitose. Estes problemas incluem mitoses prolongadas com erros na segregação dos cromossomas e nos mecanismos que auxiliam a segregação. Os fenótipos clínicos e celulares destes pacientes assemelham-se aos fenótipos observados nas síndromes raras como coesinopatia, aneuploidia variegada em mosaico e microcefalia primária autossómica recessiva.

Autores: Xavier Jorge e Sara Carvalhal

Revisão feita por: Artur Vilhena, Beatriz Chaveca, Beatriz Rodrigues, Bernardo Faria, Carla Veiga, Carolina Rodrigues, Catarina Alves, Catarina Guerreiro, Catarina Cavaco, Diogo Morais, Filipa Santiago, Filipe Meleiro, Gonçalo Cavaco, Hugo Alfarra, João Rodrigues, João Martins, João Santos, João Veríssimo, Lara Guerreiro, Leonor Adanjo, Mariana Romeira, Marta Scotto, Rita Soares do 12º ano, turmas B e C, com a coordenação da Professora Helena Gonçalves na Escola Secundária José Belchior Viegas, São Brás de Alportel.

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Uso de Máscara Cirúrgica durante exercício Físico em Jovens Saudáveis

Área científica: Medicina, Cardiologia

Resumo: No contexto da pandemia de COVID-19, o uso de máscaras cirúrgicas tornou-se o novo normal. A utilização destes dispositivos na prática de exercício físico tem sido defendida com o objetivo de reduzir os contágios, mas existem algumas preocupações quanto ao seu impacto na aptidão física e na segurança da sua utilização. Em particular, se o uso de máscara durante o exercício pode causar diminuição da capacidade funcional ou hipoxemia (diminuição de oxigénio) perigosa é algo que ainda não é claro. No nosso estudo realizámos provas de esforço máximo (em passadeira) a 12 indivíduos jovens saudáveis, com e sem uso de máscara cirúrgica, e medimos a capacidade de exercício, saturação de oxigénio (repouso, pico de exercício e pós-exercício) e alterações eletrocardiográficas. A capacidade de exercício e os níveis de saturação de oxigénio diminuíram no pico de exercício versus repouso de maneira estatisticamente significativa quando a máscara foi usada. Alterações eletrocardiográficas, embora não significativas, estiveram presentes em 3 indivíduos quando a máscara foi usada e desapareceram quando o teste foi feito sem máscara. Concluímos que o exercício com máscara tem o potencial de causar diminuição da capacidade de exercício e saturação de oxigênio e inclusive existe o potencial de causar erros de diagnóstico em exames médico.

Autores: Hugo Mendonça Café, Marta Leitão, Anya Freitas, Ana Marreiros

Revisão feita por: Alexandre Ramalho, Mariana Sequeira, Francisco Correia, Margarida Belo, Tomás Ataíde, Eva Gonçalves, Mariana Guerreiro, Maria Newton, Inês Rocha, Joana Gomes, Beatriz Aveiro, Carolina Cruz, Sara Teixeira, Beatriz Costa, Ana Felícia, Duarte Silva, Simão Benedito, Rivaldino Veiga, Miguel Meireles, estudantes do 11º ano, coordenados pela Professora Maria Irene Ferreira na Escola Secundária de Silves.

Aliens nos estuários do sul de Portugal

Área científica: Biologia Marinha

Resumo: Nos estuários e mar do sul de Portugal podes encontrar inúmeros aliens subaquáticos. Mas acredita que não estamos a falar de seres extraterrestres! Neste artigo, vamos explicar quem são estes aliens, também chamados de espécies exóticas ou não-indígenas, porque são estudadas, como muitas espécies se tornam numa espécie exótica, e como é que algumas espécies exóticas se tornam numa espécie invasora. Na Universidade do Algarve estamos a tentar arranjar maneira de impedir a dispersão de algumas espécies invasoras comestíveis de garfo e faca. Podes também ajudar-nos a saber por onde andam espécies invasoras e tropicais ao colaborares com o projeto de ciência cidadã NEMA – Novas espécies Marinhas do Algarve, NEMAlgarve.com.

Autores: Pedro Morais, João Encarnação, Maria Alexandra Teodósio

Revisão feita por: Os estudantes das turmas de 10º ano C e D, com a orientação da Professora Magda Dias (10º C) e a Professora Carla Rêgo (10º D) na Escola Secundária Pinheiro e Rosa, Faro.

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Otimização das condições de armazenamento da insulina a temperaturas negativas pelo método isocórico

Área científica: Ciências Farmacêuticas

 

Resumo: A otimização de formulações proteicas a temperaturas negativas é necessária para várias etapas da indústria farmacêutica, tais como armazenamento, transporte e liofilização. Usando arrefecimento em condições isocóricas (volume constante) é possível atingir temperaturas negativas sem ocorrer formação de gelo. Alterações na estrutura das proteínas são muito mais prováveis de ocorrer numa solução líquida do que numa matriz de gelo porque continua a existir liberdade conformacional e difusional que pode conduzir à desnaturação das proteínas e eventualmente à sua agregação. Assim, o arrefecimento isocórico pode ser usado para otimizar a formulação de proteínas na indústria farmacêutica muito mais rapidamente do que em condições de congelamento clássicas, como é demonstrado neste estudo para a hormona peptídica insulina. A perda de estrutura da insulina foi avaliada através de um evento de sinalização induzido pela insulina em células humanas de carcinoma hepático mostrando uma perda de função de 22% após 15 dias a -20 °C após arrefecimento isocórico. A inclusão de 0.6M do crioprotetor sacarose na formulação da insulina preveniu esta perda de função.

Autores: Eduardo Pinho Melo

Revisão feita por: Turma dos Cursos Profissionais de Gestão turma dos Cursos Profissionais de Gestão dos Equipamentos Informáticos (PGEI) e de Eletrónica, Automação e Computadores (PEAC) do 2º ano (2020/2023), com a coordenação da Professora Filomena Conceição na Escola Secundária Tomás Cabreira, Faro.

Expressão de Pla2g16 na doença arterial periférica associada à resistência à insulina – O que faz uma proteína específica do tecido adiposo no músculo esquelético?

Área científica: Biomedicina

Resumo: Os sintomas da doença arterial periférica (DAP) podem resultar da limitação do fluxo sanguíneo nas artérias que irrigam os membros, ou de fatores metabólicos no tecido músculo-esquelético, que podem contribuir para o desconforto nas pernas e prejudicar a capacidade de locomoção. Através de um estudo de caso-controlo para determinar se a expressão génica no músculo está alterada na DAP, identificamos uma redução da expressão do gene PLA2G161, que codifica a proteína “fosfolipase A2 específica do tecido adiposo” (AdPLA), em pacientes com DAP. Enquanto a expressão de Pla2g16 não se alterou em ratos insulino-resistentes, houve uma redução significativa da sua expressão na perna isquémica, obtida por ligação da artéria femoral, de ambos ratos controlo e diabéticos, mas com maior redução nos diabéticos. A redução de AdPLA pode contribuir para o comprometimento da capacidade de locomoção em pacientes com DAP através de efeitos no metabolismo do músculo.

Autores: Ana Luísa de Sousa-Coelho

Revisão feita por: Carolina Coelho, Joana Mendes, Joana Passos, Maria Brito e Mariana Ribeiro, sob a orientação da Professora Cristina Cantinho, na Escola secundaria Tomás Cabreira, Faro.

 

Sarita Camacho

Gabinete de Comunicação e Protocolo da Universidade do Algarve

https://www.youtube.com/watch?v=8oA7udtQ9JU

https://www.behance.net/SaritaCamacho

José Bragança

Professor Associado com Agregação em Ciências Biomédicas na Universidade do Algarve

EDITOR

José Bragança

Professor Associado com Agregação em Ciências Biomédicas na Universidade do Algarve, Investigador no Algarve Biomedical Centre Research Institute (ABC-RI), membro da Comissão Executiva do Centro Académico do Algarve (ABC, Algarve Biomedical Centre), e Diretor do Mestrado em Ciências Biomédicas - Mecanismos de Doenças da Universidade do Algarve. É também Vice-Presidente da Sociedade Portuguesa de Células Estaminais e Terapia Celular.

EDITORES ASSOCIADOS

Álvaro Tavares

Professor Associado na Universidade do Algarve, Investigador da Universidade do Algarve, e Diretor do Mestrado em Oncobiologia e Mecanismos Moleculares do Cancro da Universidade do Algarve.

Clévio Nóbrega

Professor Auxiliar na Universidade do Algarve, Diretor do Algarve Biomedical Centre Research Institute (ABC-RI), e membro da Direção da Licenciatura em Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve.

COMISSÃO EDITORIAL

Maria Alexandra Anica Teodósio

Vice-Reitora da Universidade do Algarve

Eduardo Neves

Pró-Reitor da Universidade do Algarve

 

Manuel Célio Conceição

Professor Associado da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve


André Botelheiro

Coordenador do Gabinete de Comunicação e Protocolo da Universidade do Algarve


Cristina Veiga Pires

Diretora executiva do Centro Ciência Viva do Algarve


Laura Alves

Assessora de Imprensa da Universidade do Algarve

ILUSTRAÇÃO E DESIGN EDITORIAL
INFORMAÇÃO SOBRE O UALGORITMO

ISSN: 2184-6170


Depósito legal: 462212/19


Para citar esta publicação: nome do(s) autor(es) (2022). Título do artigo. Ualgoritmo 4, número 2: pp. intervalo de páginas.


Acessível online em:

 

https://ualgoritmo.wixsite.com/website

 

http://hdl.handle.net/10400.1/12772

https://view.joomag.com/ualgoritmo-4.2

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